Temat: Hej

Mam tak─ů pro┼Ťb─Ö , pytanie jest kto┼Ť kto m├│g┼éby mi przet┼éumaczy─ç tekst ? ( Nie m├│wi─Ö o t┼éumaczach w necie )
Zincrost

Sem ironias ou paredes de concreto, as minhas paredes s├úo de vidros transparentes. O amor existe no sexo rom├óntico, selvagem e sadomasoquista, e n├úo seria os dois ├║ltimos somente uma extens├úo da intensidade do desejo? Uma alegoria da intensidade do amor? Mas para isto ser as pessoas tem que estar onde est├úo, o esquecimento do espa├žo-tempo: ÔÇťpassado, hoje e amanh├úÔÇŁ - para sentirmos a eternidade faz-se necess├írio isto. Quando dois corpos se colidem deixam rastros um no outro, como as chuvas regam planta├ž├Áes para elas crescerem, ap├│s sermos um s├│, em n├│s mesmos somos multiplicados, elos criados; a chuva que nos rega n├úo ├ę esquecida. O divino e o profano dados pelas duas m├úos n├úo retiram nada. Sonegar nossa condi├ž├úo prim├íria animal ├ę um erro, atrav├ęs dela nos tornamos humanos. Certa vez li algo como: ÔÇťse uma ├írvore deseja alcan├žar os c├ęus ├ę preciso ter ra├şzes t├úo profundas que toquem os infernosÔÇŁ. Minhas ra├şzes est├úo fincadas nas profundezas, mas isto n├úo ├ę sinal de falta de virtudes, e o meu maior pecado fora ├ás vezes que vive de olhos fechados, minha reden├ž├úo quando vive de olhos abertos. E perguntaram-me: ÔÇťO que ou quem voc├¬ ├ę?ÔÇŁ. ÔÇŁUm dem├┤nio que renegou o infernoÔÇŁ. Respondi.
N├úo h├í nada de novo abaixo do sol, mas a minha fome de vida est├í justamente como este ÔÇťigualÔÇŁ ├ę expressado de formas diferentes. Somos Deuses que perderam sua divindade em uma auto-maldi├ž├úo de um eterno retorno. Disse a ela:ÔÇŁO que h├í nos outros tamb├ęm h├í em n├│sÔÇŁ. Seu cora├ž├úo ing├¬nuo e angelical ajoelhou-se, seus mamilos enrijecidos, sua calcinha molhada somente por minhas palavras, o medo da vulnerabilidade desprendeu-se dela, esqueci toda a alegoria do sadomasoquismo e deixei isto dentro de mim. Penetrei sua vagina como se fosse meu corpo todo que entrasse nela, lhe apresentei os prazeres do inferno e a fiz gozar o para├şso.